IMPACTOS POLÍTICOS DO COVID19: ESFERAS GLOBAL, NACIONAL E LOCAL.
Autores: Ana Cláudia Vitório de Carvalho Goés;
Danielle Ferraz Garcia; Everton Nazareth Rossete Junior; Manoel Antônio de
Oliveira Rosin. (GRUPO 01)
Primariamente uma crise sanitária e de
saúde, os desdobramentos e atravessamentos da pandemia de Covid-19, doença causada
pelo novo coranavírus, permeiam diversas esferas, com impactos políticos,
econômicos, sociais, culturais, entre outros. No mundo globalizado em que nos
encontramos imersos, as decisões de gestão política de cada Estado-Nação, em
diversos aspectos, mas focando principalmente na gestão desta crise sanitária,
causam interferências que podem impactar todo o globo.
Dia 31 de dezembro de 2019 foi a data
em que a Organização Mundial da Saúde (OMS) foi informada por autoridades
chinesas que um surto misterioso de pneumonia com causa desconhecida foi
identificado na cidade de Wuhan (BRASIL, 2020). A partir daí o mundo como
conhecemos embarcou em uma montanha russa de acontecimentos relacionados a tal
doença misteriosa que então foi identificada como o vírus SARS-CoV-2, ficou
conhecida como Covid-19.
A doença que se originou na China,
espalhou-se rapidamente em todo o globo e foi classificada como uma pandemia,
sendo esta sem precedentes na história recente. A dificuldade de prever os
cenários futuros e as incertezas causadas pelo coronavírus afeta diretamente os
setores políticos, econômicos e sociais. Devido a sua escala global, a pandemia
afeta praticamente todos os países de maneira globalizada. Globalização esta
que contribuiu para a rápida disseminação do vírus, que circulou através de
viajantes internacionais. A crise, ou as crises, foram borbulhando em diversas
esferas e abarcando diferentes governos. Os embates ideológicos e políticos
foram estopim para inflamar a já conhecida rivalidade entre Estados Unidos e
China.
A China, país onde a descoberta do
vírus ocorreu, viu-se atacada por diversas autoridades mundiais, como por
exemplo pelo Secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, que chamou o Partido
Comunista de “ameaça central de nossos tempos” (ORTEGA, MARIN, 2020).
De fato, acontecimentos como uma
pandemia em escala global tem poder de abalar as estruturas políticas e as
relações internacionais. Os Estados Unidos encabeçado por Donald Trump
preferiram adotar uma política nacionalista e extremamente protetora diante da
crise gerada pela Covid-19, há quem o acuse de pirataria moderna por confiscar
aparelhos respiratórios e medicamentos utilizados no combate do coronavírus:
Em todos esses casos, os países compradores acusaram os EUA de desviarem
as cargas, num ato agressivo de disputa comercial, chamado pelos alemães de
“pirataria moderna”, pelos franceses de “caça ao tesouro” e pelos brasileiros
de “mega corrida” e de “capitalismo selvagem” (CHARLEAUX, 2020).
Fica claro que as políticas adotadas
por cada país foram aquelas que mais os convinham diante da situação dramática
em que viviam. Já na Europa, seis líderes que compõem a União Europeia
elaboraram uma carta destinada à presidente da Comissão Europeia solicitando
que medidas preparatórias sejam adotadas caso haja uma nova pandemia. Os
líderes consideraram que a União Europeia não estava preparada e tampouco foi
eficiente no combate ao Covid-19, o que gerou medidas desencontradas e com
respostas tardias diante da necessidade de rápidas ações (ESTADO DE MINAS,
2020).
Diante de todo este cenário, as lições
e premissas que ficam para lidar com o presente e o futuro da geopolítica
mundial é que são necessárias ações coordenadas, integrativas e amigáveis entre
países para que haja uma rápida e melhor resposta perante uma crise como esta.
Fica cada vez mais claro que o egocentrismo
dos líderes e seus respectivos governos das principais potências mundiais não
pode ser colocado em primeiro plano quando se trata de acontecimentos que
afetam todo o planeta.
O coronavírus, com sua maneira arrebatadora de se
perpetuar e existir, expôs na grande tela que necessitamos urgentemente
repensar nossos pensamentos separatistas, egoístas e protecionistas pois o
vírus pouco se importa em qual país moramos, qual é o nosso líder governamental
e quais sistemas políticos utilizamos.
Como afirmam Junqueira e Prado (2020), outras
enfermidades, como o HIV, nos ensinaram que “o manejo ético-político de uma
pandemia não pressupõe apenas políticas e planos de ações públicas efetivamente
organizados para o seu enfrentamento e controle”. Este manejo envolve diversos
outros atores, instituições, sujeitos, interesses, entre outros. Assim, como
bem citam os autores, a “coordenação de uma gestão pode desvelar a nossa
capacidade como sociedade de reconhecer as facetas das vulnerabilidades
históricas, valorizar as solidariedades construídas e reafirmar a política
social como um direito” (JUNQUEIRA; PRADO, 2020).
Na esfera nacional, as maneiras levianas e mal
articuladas, incongruentes e contraditórias de enfrentamento desta pandemia no
Brasil, têm gerado dados aterradores de contaminação, letalidade e de ocupação
de leitos nos sistemas público e privado de saúde (JUNQUEIRA; PRADO, 2020).
Aliada a esta situação, encontra-se a crise política de um governo cuja dedicação
aparenta estar na implementação de um projeto repressivo e autoritário, e que
se aproveita até do contexto de distanciamento físico decorrente da recomendação
de isolamento social. A política nacional de enfrentamento à pandemia,
infelizmente, parece nem hesitar em disfarçar a repulsa às recomendações da
comunidade científica, incentivando um negacionismo perigoso que dedica um esforço
contra as ações que se voltam à garantia de ações efetivas de prevenção ao
avanço do vírus, e isso, como destacam Junqueira e Prado (2020), se dá tanto em
âmbitos sanitários como econômicos.
Quanto ao despreparo, ou descaso perante à crise da
pandemia,
Mesmo com
taxas ínfimas de testagens da população e reconhecidamente elevada
subnotificação, o país lidera os registros de novos casos e de mortes no último
mês, e é um dos poucos que não faz rastreio de contatos. Gestores mostram-se
desorientados e desprovidos de planos articulados e bem estruturados em termos
conceituais, além de raramente respaldados em dados epidemiológicos
consistentes e critérios que priorizem a defesa de todas as vidas. A maioria
deles revela-se disposta a improvisar soluções, na ilusão de que podem promover
uma "gradual" (mas, na verdade, acelerada) "reabertura
inteligente das atividades" em pleno avanço da pandemia (JUNQUEIRA; PRADO,
2020).
De forma errônea, fala-se em “grupo de risco”
diante desta pandemia – mesmo havendo fatores que evidentemente aumentam os
riscos diante deste vírus que tem uma capacidade de disseminação e contaminação
altíssimas. Esta falácia, de que apenas determinados grupos já fragilizados
(idosos ou pessoas com comorbidades, por exemplo) são vulneráveis à formas
graves da doença, bem como a divulgações de medicações milagrosas sem nenhuma
comprovação científica de eficiência, atendem a interesses políticos que têm
pressa na retomada das atividades econômicas de base.
O presidente brasileiro deliberadamente contraria
recomendações de órgãos internacionais como a UNICEF, OMS, IFRC, e fez diversas
declarações incentivando o retorno imediato às aulas, repetindo conceitos
falhos como “grupo de risco” e “isolamento vertical”
Contrariando as recomendações dos organismos internacionais
(Fundo das Nações Unidas para a Infância [Unicef], Organização Mundial de Saúde
[OMS] & Federação Internacional das Sociedades da Cruz Vermelha e do
Crescente Vermelho [IFRC], 2020), Bolsonaro fez inúmeras declarações defendendo
o retorno imediato às aulas presenciais, valendo-se, não por acaso, das noções
de "grupo de risco" e "isolamento vertical".
Algumas poucas
autoridades estaduais e municipais devem abandonar o conceito de terra
arrasada, a proibição de transportes, o fechamento de comércio e o confinamento
em massa. O que se passa no mundo tem mostrado que o grupo de risco é o das
pessoas acima de 60 anos. Então, por que fechar escolas? (BRASIL. Jair Messias
Bolsonaro, 2020 apud JUNQUEIRA; PRADO, 2020)
Jovens
são tão suscetíveis a contrair o vírus quanto os mais velhos (...) a evolução
da doença nos mais jovens é mais branda que entre os mais velhos, mas o novo
coronavírus pode matar até mesmo crianças, com uma probabilidade maior que a da
gripe comum (...) quanto mais jovens contaminados, maior o risco para os mais
velhos e doentes (...) Entre os mais jovens, a transmissão é mais intensa (...)
a velocidade de transmissão depende da intensidade de contato entre as pessoas.
Nas escolas, essa taxa de interação é o dobro da verificada nas empresas ou no
cotidiano das cidades, (...) [cientistas do Imperial College estimam que] um
terço das transmissões do novo coronavírus aconteça nas escolas. (...) O
sistema de saúde precisa ser protegido: sem medidas mais drásticas que reduzam
a velocidade de contágio, os hospitais entram em colapso mesmo nos países mais
ricos.(...) É preciso planejamento (...) (PINTO, 2020).
Além de
não realizar o volume necessário, tampouco consegue fazer o número suficiente
para identificar a proporção de brasileiros que já manteve contato com o vírus.
A lacuna de informação sobre a presença e circulação do vírus entre a população
está na base da subnotificação de casos positivos. A média de positividade dos
testes no País foi de 36% em junho de 2020, bem acima do recomendado pela
Organização Mundial da Saúde (OMS), que é de até 5% (JORNAL DA USP, 2020)
[...] tempo
de resposta mais rápido no que diz respeito ao fechamento de fronteiras,
capacidade de direcionar a produção industrial para suprir as demandas
sanitárias, capacidade de realização de testes em larga escala, capacidade de mobilizar
recursos na construção de hospitais de campanha, capacidade pré-existente do
sistema de saúde, provimento de auxílio emergencial para os trabalhadores
informais poderem fazer o isolamento etc. (MIRANDA, 2020)
A crise em decorrência do coronavírus coloca em
evidência as principais fragilidades em relação à desigualdade social,
políticas públicas e gestão política. Desde o início da crise, verifica-se uma
espécie de “queda-de-braço” entre os órgãos de saúde,
a gestão política e o setor econômico, onde geralmente prevalecem as decisões
políticas em favor do setor econômico e em detrimento às necessidades apontadas
pelos órgãos de saúde. Adentrando a esfera local, após diversos embates entre
os setores, o governo do estado de Mato Grosso, através do Decreto 495/2020,
estabeleceu medidas para aumentar a informação e acesso às informações das
decisões tomadas em relação ao Corona Vírus através do Portal Transparência,
bem como aumentou o número de órgãos a compor o Gabinete de Situação, responsável
pelas decisões frente à pandemia, inserindo representantes da Ordem dos
Advogados do Brasil – Seccional Mato Grosso (OAB/MT), Federação das Indústrias
no Estado de Mato Grosso (Fiemt), Associação Mato-grossense dos Municípios
(AMM) e Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (ALMT) (O DOCUMENTO,
2020).
Dentre as informações contidas no
Portal Transparência de Mato Grosso, pode-se encontrar os “Informes e
orientações gerais da Secretaria de Estado de Saúde – SES/MT relacionadas ao
Coronavírus” (PORTAL TRANPARÊNCIA MT, 2020) onde ao redirecionar para a página
da Secretaria de Saúde de Mato Grosso, localizam-se todas as informações e
orientações dadas pela secretaria à população, bem como as normas e materiais
oficiais disponibilizados pela mesma.
Em dados disponibilizados pelo
SUSANALITICO (2020), pode-se fazer uma análise do panorama da pandemia do coronavírus
no cenário nacional e estadual. Ao observar esses dados (Figura 1), verifica-se
que a região centro-oeste é a região com menor população, no entanto está em
terceiro lugar em relação a novos casos registrados pela Secretaria de Saúde. A
região fica atrás apenas das regiões Sudeste e Nordeste, e ocupando a mesma
posição em relação aos Óbitos Novos.
Figura 1 - Dados
referentes a casos e óbitos registrados em decorrência do Corona Vírus
Fonte: https://susanalitico.saude.gov.br/extensions/covid-19_html/covid-19_html.html. Acesso em 22/08/2020.
Ainda dentro da análise dos dados
fornecidos pelo portal SUSANALÍTICO (2020), verifica-se que Mato Grosso
representa cerca de 29% dos Casos Novos da região Centro-Oeste, e é responsável
por 21,12% dos Casos Acumulados e 30,85% dos Óbitos Acumulados. Reduzindo este
recorte analítico para a capital Cuiabá, temos uma parcela de infectados que
corresponde à 12% do total estadual de Casos Novos, 20% dos Casos Acumulados e
28,77% dos Óbitos Acumulados.
Dentro dos dados apresentados,
encontra-se ainda o gráfico abaixo (Figura 2) que demonstra a evolução da curva
de Óbitos por dia a partir do mês de abril, o qual demonstra uma tendência a
redução dessas notificações a partir de agosto de 2020.
Figura 2 -
Notificação de novos óbitos por dia em Mato Grosso
Fonte: https://susanalitico.saude.gov.br/extensions/covid-19_html/covid-19_html.html. Acesso em 21/08/2020
No entanto ao se observar as ações para
contenção do Corona Vírus no estado de Mato Grosso, verifica-se a dubiedade de
decisões entre os poderes Estadual, Municipais e ainda do Ministério Público,
onde as decisões muitas vezes foram na contramão do indicado diante do cenário
em que foram tomadas. Observa-se isso por exemplo em uma das últimas decisões
em relação a quarentena nas cidades de Cuiabá e Várzea Grande, onde no dia 25
de Junho, plena ascensão do número de óbitos no estado, conforme pode-se
observar na Figura 2, foi necessária decisão judicial para que as cidades,
responsáveis por maior parte dos casos no estado, adotassem novamente a
quarentena e fechassem seus comércios a princípio por 15 dias, os quais foram
prorrogados para mais 7 no dia 17 de Julho. (G1, 2020)
Verificar a assertividade das ações
tomadas seria pauta para grandes pesquisas científicas, o que não se pretende
com este artigo. No entanto, o que pode-se ver no cenário atual é que existe
uma tendência otimista, diante dos quadros de redução de casos nacional e
estadual que vem motivando a abertura de empreendimentos e muito recentemente a
retomada de eventos de pequena proporção, como ocorreu no dia 21 de Agosto,
onde o governador do Estado de Mato Grosso, instituiu novo decreto que permite
eventos para até 200 pessoas desde que observados os cuidados adequados dos
protocolos de Saúde. (G1, 2020)
Na gestão de controle desta crise
causada pelo novo coranavírus, é importante que as gestões nas diversas esferas
estejam articuladas para além de disputas políticas, e disputa de narrativas,
afim de evitar o risco eminente advindo do combate e contenção da disseminação do
vírus ficar subjugado em segundo em plano, em prol de estratégias políticas e
eleitoreiras.
REFERÊNCIAS:
BRASIL. Ministério da Saúde. Centro de
Operações de Emergências em Saúde Pública. Infecção Humana pelo Novo
Coronavírus (2019-nCoV). Boletim Epidemiológico. Brasília, n1,jan.2020.
Disponível em:< http://portalarquivos2.saude.gov.br/images/pdf/2020/janeiro/28/Boletimepidemiologico-SVS-28jan20.pdf>
Acesso em 21 ago. 2020.
CHARLEAUX, J. P. A acusação contra os EUA de prática de ‘pirataria moderna’. [S. l.], 7 abr. 2020. Disponível em: https://www.nexojornal.com.br/expresso/2020/04/07/A-acusa%C3%A7%C3%A3o-contra-os-EUA-de-pr%C3%A1tica-de-%E2%80%98pirataria-moderna%E2%80%99. Acesso em 21 ago. 2020.
ESTADO DE MINAS. União Europeia pede que bloco se prepare para próxima pandemia. Belo Horizonte: ANSA, 10 jun. 2020. Disponível em: https://www.em.com.br/app/noticia/internacional/2020/06/10/interna_internacional,1155431/uniao-europeia-pede-que-bloco-se-prepare-para-proxima-pandemia.shtml. Acesso em 21 ago. 2020.
G1 MT. Governador autoriza eventos com até 200 pessoas, 500 carros e abertura de cinemas e teatros em MT. Disponível em: <https://g1.globo.com/mt/mato-grosso/noticia/2020/08/21/governador-autoriza-eventos-com-ate-200-pessoas-500-carros-e-abertura-de-cinemas-e-teatros-em-mt.ghtml>. Acesso em 22 ago. de 2020.
G1 MT. Quarentena obrigatória é prorrogada por mais 7 dias na Grande Cuiabá. Disponível em: <https://g1.globo.com/mt/mato-grosso/noticia/2020/07/17/quarentena-obrigatoria-e-prorrogada-por-mais-7-dias-na-grande-cuiaba.ghtml>. Acesso em 23 ago. 2020.
JORNAL DA USP. Descoordenação política dificulta enfrentamento da pandemia no Brasil. Disponível em: <https://jornal.usp.br/ciencias/descoordenacao-politica-dificulta-enfrentamento-da-pandemia-no-brasil/> Acesso em 21 ago. 2020.
JUNQUEIRA, R. D.; PRADO, M. A. M. A gestão ético-política da pandemia no Brasil: “grupo de risco” e normalização da catástrofe. In: ANTOPOLÓGICAS EPIDEMICAS. Disponível em: <https://www.antropologicas-epidemicas.com.br/post/a-gest%C3%A3o-%C3%A9tico-pol%C3%ADtica-da-pandemia-no-brasil-grupo-de-risco-e-normaliza%C3%A7%C3%A3o-da-cat%C3%A1strofe> Acesso em 21 ago. 2020.
MIRANDA, Gabriel. A pandemia é, antes de tudo, um problema político. In: JUSTIFICANDO. Disponível em: <http://www.justificando.com/2020/06/18/a-pandemia-e-antes-de-tudo-um-problema-politico/> Acesso em 21 ago. 2020.
O DOCUMENTO. Estado adota providências para melhorar transparência das medidas emergenciais de combate à pandemia de Covid-19. Disponível em: <https://odocumento.com.br/estado-adota-providencias-para-melhorar-transparencia-das-medidas-emergenciais-de-combate-a-pandemia/>. Acesso em 22 ago. de 2020.
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PINTO, A. E. de S. Entenda por que quase todos os países fecharam escolas. In: Folha de São Paulo. Disponível em: <https://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2020/03/entenda-por-que-quase-todos-os-paises-fecharam-escolas.shtml?origin=folha>. Acesso em 22 ago. 2020.


Muito interessante a abordagem do grupo sobre o assunto.
ResponderExcluirUtilizaram gráficos para tratar das controvérsias informativas geradas pelos diferentes âmbitos de poder - e seus interesses particulares. Tema espinhoso, mas necessário de ser abordado. Estou de acordo com a escolha do grupo pelo recorte.
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